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Com chuva, lama e polêmica, Vasco e Corinthians ficam no zero no Rio.
Foi a primeira vez que o time da Colina não fez gol no ano. Já o atual campeão brasileiro segue como único invicto da competição.
Com muita lama, chuva e um lance polêmico, Vasco e Corinthians empataram por 0 a 0 nesta quarta-feira, em São Januário, pelo primeiro jogo das quartas de final da Libertadores. Os cruz-maltinos, que tiveram dificuldades para penetrar no sólido sistema defensivo do Timão, reclamaram de um gol anulado de Alecsandro no segundo tempo, após a marcação de impedimento. Foi a primeira vez que o time da Colina não fez gol no ano. Já o atual campeão brasileiro segue como único invicto da competição. O jogo teve 17.259 pagantes (20.510 presentes) e uma renda de R$ 911.670,00.
Ao fim da partida, os cariocas reclamaram do árbitro. O presidente Roberto Dinamite puxou o coro.
- Mais uma vez este árbitro e mais uma vez o Corinthians. Está difícil, cada vez mais complicado. Não quero ficar reclamando, mas peço apenas lealdade e igualdade para brigar dentro de campo. Jogamos melhor e merecíamos vencer – declarou o dirigente à Rádio Tupi, em referência ao empate por 2 a 2 entre os dois times, ano passado, pelo Brasileiro. Na ocasião, a equipe carioca teve um gol de Alecsandro corretamente anulado por impedimento.
No próximo duelo, quarta-feira, no Pacaembu, o novo empate sem gols leva a decisão para os pênaltis. Igualdade com gols favorece o time carioca. Quem passar deste confronto vai enfrentar na semifinal quem se classificar de Santos x Vélez Sarfield, cujo primeiro jogo será realizado nesta quinta, na Argentina.
Para Emerson, o resultado não foi o ideal, mas o Corinthians tem a vantagem por jogar em casa e, segundo ele, num campo melhor.
- Não foi aquilo que nós planejamos. A ideia era fazer um gol aqui. Enfim, foi um jogo difícil, com tempo chuvoso e campo pesado, mas agora é decidir em casa, num campo que conhecemos e em melhores condições.
Tite diz que sabe tudo sobre Vasco: ‘Não dá para ser surpreendido’.
Treinador diz que Corinthians está preparado para enfrentar adversário com Juninho ou Felipe, mas esconde detalhes táticos do Timão.

Cristóvão Borges ainda não confirmou a escalação do Vasco, mas Tite garante que não se surpreenderá com nenhuma formação do adversário na partida desta quarta-feira, às 21h50m, em São Januário, pelas quartas de final da Taça Libertadores. Seja com Juninho Pernambucano ou Felipe, o treinador corintiano diz que está pronto.
- Eu tenho de preparar minha equipe para as situações, com os dois (Juninho e Felipe), com o Diego Souza e para as outras diversas (possibilidades). Não dá para ser surpreendido neste momento. Estaremos preparados – afirmou.
No treino de segunda-feira, Cristóvão fez apenas uma mudança em relação ao time que empatou e avançou diante do Lanús. Juninho Pernambucano permaneceu na academia para um treino específico e deu lugar a Felipe. A tendência, porém, é de que o Reizinho participe do jogo.
- O Juninho tem a capacidade da assistência, em passe curto ou longo, a bola parada, a articulação. O Felipe tem o improviso, o lance pessoal – listou Tite.
O técnico, aliás, já escalou o Corinthians. Alessandro entra na lateral direita no lugar de Edenílson, com o pé esquerdo fraturado. No ataque, Willian perdeu a vaga para o meia Alex, enquanto Jorge Henrique volta de suspensão. Apesar de dar os nomes, o comandante não quer falar sobre como a equipe atuará.
- Não vou falar sobre posicionamento tático, não vou falar sobre função. Não vou dar armas para o adversário. Só vou passar uma ideia: eu mantenho as características dos atletas. Não peço o que eles não estão acostumados a fazer.
Fonte: G1/Globoesporte.com
Uma semana em três cores: Flu vence mais uma e é campeão carioca.
Goleada por 4 a 1 no primeiro jogo contra o Botafogo é complementada por triunfo por 1 a 0 neste domingo. Rafael Moura faz o gol do títul.

O Botafogo foi a campo sem aquelas amarras com que os temores por derrota costumam prender o futebol. Afinal, entre pouco perdido e muito perdido, a diferença é mínima. Para quem havia levado 4 a 1 no primeiro jogo, não tinha muito papo para jogar fora: era atacar, fazer o primeiro gol, depois o segundo, depois o terceiro.
A necessidade alvinegra abriu as portas do jogo. Desde o primeiro milésimo de segundo, a partida ficou desenhada com clareza: Botafogo atacando, Fluminense respondendo. Os primeiros minutos foram frenéticos. Mesmo muito desfalcado (Marcelo Mattos, Andrezinho, Antônio Carlos e Lucas não jogaram), o time de Oswaldo de Oliveira soube agredir. Elkeson, de cabeça, mandou para fora. Loco Abreu, de perna direita, perdeu chance clara. E repetiu a dose, assim como Elkeson se repetiria com chutes de longe.
Atacar não era tudo. O Botafogo ainda precisava criar barreiras defensivas contra um time talentoso no ataque. E soube fazer, dentro dos limites impostos por um jogo em que ceder espaços era necessidade. Márcio Azevedo esteve bem na esquerda. Jadson soube cuidar de Deco. Rafael Sobis e seu xará, Moura, foram acossados.
Mas, claro, o Fluminense também teve chances. Rafael Moura perdeu gol quase feito. Anderson, de surpresa, apareceu pela esquerda e tocou para o centroavante, no apogeu da liberdade, sem ninguém em volta, bater colocado. Jefferson caiu bem e defendeu. Chutes de longe de Rafael Sobis e cabeceio de Gum foram outras possibilidades criadas pelos tricolores.
Mas a supremacia esteve com o Botafogo. A posse de bola foi alvinegra: 58% contra 42% na primeira etapa. O time de Oswaldo finalizou o dobro que seu adversário: seis contra três. E usou muito mais as jogadas de linha de fundo: quatro contra uma. Como reflexo, o Fluminense teve três contra-ataques, e o oponente, apenas um.
O jogo também teve lances polêmicos. As duas equipes pediram pênaltis. O Fluminense reclamou de falta de Gabriel em Rafael Sobis, e o Botafogo gritou por toque de mão de Gum. Os tricolores ainda lamentaram perder Deco. Com lesão muscular, o meia foi substituído por Wagner ainda na etapa inicial e preocupa para o jogo contra o Boca.
Até os 17 minutos do segundo tempo, até aquele instante decisivo em que a bola foi dividida por duas chuteiras, ambas tricolores, e entrou no gol de Jefferson, o Botafogo havia criado três chances de gol. Todas em vão. Com Herrera no lugar de Elkeson, a ideia era criar um time ainda mais agudo. De onde pouco se esperava, pouco nasceu. O argentino teve um chute fraco, de longe, antecedido por pancada na trave de Márcio Azevedo e por conclusão pouco ameaçadora de Fellype Gabriel.
Mas houve o lance dos 17 minutos. Houve aquele momento decisivo. Carlinhos, pela esquerda, mandou uma pancada na direção da pequena área. Ali, duas chuteiras, aquelas duas tricolores, disputaram a bola. E ambas se deram bem. Um pouco por causa de Thiago Neves, outro tanto por causa de Rafael Moura, o Fluminense fez o gol. Gol de centroavante. Gol de título.
O Botafogo precisava de quatro gols em 30 minutos para ser campeão. Impossível. A entrada de Vitinho no lugar de Loco Abreu foi um último gesto de quem esperava um milagre que santo nenhum poderia atender.
O Fluminense cozinhou o jogo. Chances se tornaram artigo raro para o Botafogo, que ainda perdeu Maicosuel, expulso após levar o segundo amarelo. Abel Braga mandou a campo seu filho, Fábio, pela primeira vez campeão como profissional. E viu seu time criar mais alternativas do que o rival.
A torcida tricolor teve tempo de sobra para comemorar no Engenhão, casa do rival. Gritou que é campeã. Entoou “olés”. Direito dela. Que semana para o Fluminense!
Fonte:G1/globoesporte.com
Com “sangue nos olhos”, SANTOS se vinga humilhando o Bolívar na Vila

Aqui, en Vila Belmiro, la respuesta está dentro de campo”. A frase, em portunhol legítimo, estampava uma faixa exibida por torcedores santistas. Era um recado aos jogadores e aos torcedores do Bolívar. Na partida de ida, em La Paz, além da altitude de 3.660 metros acima do nível do mar, o Peixe teve de lutar contra a violência dos adversários em campo e o vandalismo de torcedores, que atiravam objetos no gramado – Neymar, que era um “desconhecido” para o técnico do Bolívar,chegou a ser atingido no rosto. Resultado: Bolívar, 2 a 1.
A vingança veio nesta quinta-feira. E em forma de massacre. Com “sangue nos olhos”, Neymar, Ganso & Cia massacraram o fraquíssimo time boliviano: 8 a 0. O resultado é a sexta maior goleada da história da Libertadores – a maior é um 12 a 1 do Peñarol-URU sobre o Valencia-VEN, em 1970. O Peixe ficou a um gol de superar seu maior placar na competição – um 9 a 1 sobre o Cerro Porteño-PAR, em 1962.
O Santos agora encara um adversário bem mais difícil nas quartas de final da Libertadores: o Vélez Sarsfield, da Argentina. O primeiro jogo será quinta-feira (17), em Buenos Aires, e o segundo na quinta seguinte (24), em local a definir (Vila ou Pacaembu). Quem passar pega o vencedor de Corinthians e Vasco nas semifinais.
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Embalado pela goleada na Libertadores, o Santos agora se volta para a decisão do Campeonato Paulista. A vantagem é enorme: com os 3 a 0 sobre o Guarani no primeiro jogo, o time de Muricy Ramalho pode até perder por dois de diferença no domingo, às 16h (de Brasília), no Morumbi, que chega ao tri consecutivo.
Vasco bate o Lanús nos pênaltis e vai encarar o Corinthians nas quartas.

Equipe cruz-maltina perde no tempo normal por 2 a 1. Felipe, Juninho, Carlos Alberto, Renato Silva e Alecsandro fizeram gol nas penalidades.
Foi dramático, mas o Vasco conseguiu se classificar para as quartas de final da Libertadores após vencer o Lanús por 5 a 4 nas cobranças de pênaltis, nesta quarta-feira, no estádio La Fortaleza, na Grande Buenos Aires. No tempo normal, o placar foi 2 a 1 para os argentinos, mesmo resultado da vitória cruz-maltina em São Januário. Nas penalidades, Felipe, Juninho, Carlos Alberto, Renato Silva e Alecsandro marcaram os gols. Do lado argentino, Romero carimbou o travessão e foi o único dos dez batedores a perder.
Agora, nas quartas de final, o Corinthians, que eliminou o Emelec, é o rival cruz-maltino. A Conmebol ainda vai divulgar as datas dos confrontos, mas a segunda partida será no Pacaembu, pois o time paulista fez campanha melhor na fase de grupos.
Durante os 90 minutos, o Vasco viveu altos e baixos. Nilton, escalado no lugar de Felipe, abriu o placar com um belo chute do meio da rua no primeiro tempo. Mas o time carioca recuou muito na segunda etapa, permitiu a virada e precisou disputar a vaga na marca da cal.
Fonte: G1/globoesporte.com
Pela vaga, Corinthians enfrenta Emelec e ‘fantasma’ das oitavas.
Timão precisa de simples vitória para chegar às quartas de final, mas tem de encarar retrospecto ruim no mata-mata da Taça Libertadores.
O Corinthians joga seu futuro na temporada e o fim de uma marca negativa nesta quarta-feira. Eliminar o Emelec-EQU, a partir das 21h50m, no Pacaembu, significa muito mais do que manter vivo o sonho do inédito título da Taça Libertadores. Vale superar um histórico que deixou marcas na torcida e no clube. Nas últimas três vezes em que chegou ao mata-mata do principal torneio das Américas, o Timão não passou das oitavas de final.
O drama alvinegro nesta fase do torneio muito se deve ao River Plate-ARG. Em 2003 e 2006, o clube paulista caiu diante dos argentinos, causando grande revolta nos torcedores. Já em 2010, depois de fazer a melhor campanha na fase de grupos, o Timão disse adeus à competição ao ser eliminado pelo Flamengo por ter sofrido um gol em casa no segundo confronto, no Pacaembu. E em 2011 o time foi eliminado na fase prévia pelo Tolima-COL.
Desta vez, o adversário assusta bem menos. O empate sem gols em Guayaquil, na semana passada, deixou o Corinthians com mais chances de se classificar. A equipe dirigida por Tite precisa de uma vitória por qualquer placar para chegar às quartas. Entretanto, ainda precisa conviver com a pressão de um estádio lotado e ávido pelo título sul-americano.
Caso os clubes repitam o resultado do primeiro jogo, a decisão será nos pênaltis. O vencedor deste confronto vai encarar Lanús-ARG ou Vasco, que se enfrentam, no mesmo horário, em Buenos Aires. No duelo no Rio de Janeiro, os cariocas venceram por 2 a 1.
Otimista desde sua chegada ao Brasil, o Emelec fez mistério nos treinamentos em São Paulo. Após o empate sem gols em Guayaquil, o técnico Marcelo Fleitas ressaltou a importância de marcar no jogo de volta: um gol dos equatorianos obrigaria o Corinthians a marcar duas vezes, já que qualquer empate com gols dá a classificação aos visitantes.
O presidente do Emelec, Nassib Neme, assegurou que, assim como o Timão dificultou no Equador, sua equipe também endurecerá o jogo no Brasil. Time na retranca, com tática defensiva? O que parece provável está bem longe dos planos do adversário alvinegro nesta quarta.
Fonte: G1/Globoesporte.com
Fla espera ter Ibson na sexta, mas Santos diz que só após o Paulistão
Rubro-Negro diz que meia deixa o Peixe após jogo contra o Bolívar, nesta quinta. Dirigente santista banca jogador na decisão do estadual, domingo.
O Flamengo espera por Ibson. Os dirigentes rubro-negros aguardam a segunda partida entre Santos e Bolívar, pelas oitavas de final da Libertadores, para que o jogador se apresente. O Peixe recebe os bolivianos na próxima quinta-feira, às 19h30m (de Brasília), na Vila Belmiro. Reserva no clube paulista, o jogador tem sido relacionado normalmente pelo técnico Muricy Ramalho, apesar de a transferência estar definida. No domingo, ele entrou no segundo tempo do jogo contra o Guarani, pela decisão do Campeonato Paulista.
- A informação que temos é que ele será liberado após o jogo de quinta-feira. O Cáceres disputa a Libertadores pelo Libertad e vem no início de agosto, na abertura da janela de transferências do exterior – disse o vice de relações externas Walter Oaquim.
Oficialmente, o Santos nega. Segundo o vice-presidente alvinegro, Odílio Rodrigues Filho, Ibson fica no Peixe até o segundo jogo da decisão do Paulistão, contra o Guarani, neste domingo, no Morumbi. Só depois o caso do atleta e o momento de sua liberação serão discutidos.
- Até o fim do Paulista ele é do nosso plantel. Só vamos discutir depois sobre isso. Todos os jogadores vão ficar até o término da competição – afirma o dirigente.
Mesmo sem confirmar a transação, Odílio reconhece que a dupla David Braz e Galhardo, zagueiro e lateral-direito envolvidos na troca pelo meia, não poderão ser inscritos pelo Santos na Taça Libertadores, já que constam na relação de atletas do Flamengo para a competição. Justamente o mesmo motivo que impossibilita Bernardo de atuar pelo Peixe no torneio continental – no caso do meia, a inscrição foi feita pelo Vasco.
Sem poder contar com Bernardo, o dirigente também admite que o clube não tem nenhuma reposição em vista na Libertadores para a provável saída de Ibson, mas minimiza a situação.
- Tudo o que fazemos tem o aval da comissão técnica e da direção. Não faremos nada prejudicial ao Santos – diz.
Na semana passada, o Flamengo liberou oficialmente Rafael Galhardo e David Braz. Para ter Ibson, o clube carioca dará as fatias dos direitos econômicos que possui do lateral-direito (70%) e do zagueiro (60% – o restante pertence ao Panathinaikos, da Grécia). Com a base contratual acertada para a chegada de Ibson, restam apenas alguns detalhes e a assinatura para que o jogador seja anunciado oficialmente pelo clube. O Flamengo terá menos gasto do que era previsto. Em vez de R$ 2,4 milhões, o clube deve depositar um valor em torno de R$ 1,5 milhão para o Spartak de Moscou no fim do ano.
Luiz Antonio sabe que a chegada do reforço aumentará a disputa por posição no meio-campo, mas diz que espera conseguir uma vaga ao lado do novo companheiro.
- É a chegada de um jogador importante, que vem para ajudar a gente. A disputa aumenta, ele joga na minha posição, mas em outras também. Vai depender do professor, ele vai ver se eu vou continuar, se não vou, se vou jogar ao lado dele. Tomara que eu consiga jogar com ele, será importante para minha carreira.
Ibson trabalhou com Joel Santana em 2007 e 2008. No primeiro ano, foi destaque na arrancada que tirou o Flamengo da zona do rebaixamento para a terceira posição no Brasileirão. Depois, no ano seguinte, integrou o time que foi campeão carioca.
Fonte: G1/Globoesporte.com
















